PRESERVE O MEIO AMBIÊNTE

PRESERVE O MEIO AMBIÊNTE

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

PRA REFLETIR

Era uma vila simples, perdida entre as montanhas. Ali não havia muitas distrações. A vida seguia seu ritmo entre estudo, trabalho, as questões domésticas, educação dos filhos. Vidas simples, onde grande parte da população vivia do trato da Terra. Talvez por isso, vez ou outra, os rapazes inventavam algumas brincadeiras para quebrar o que eles consideravam a monotonia. Certa feita, decidiram eleger, entre os jovens, o mais forte. Logo se inscreveram três rapazes altos, musculosos. Acostumados ao trabalho duro, tinham os músculos forjados diariamente. O povo se reuniu para assistir à disputa. O primeiro jovem se apresentou, foi até uma árvore e utilizando sua força, a derrubou. A aclamação foi geral. Como era forte aquele rapaz! O segundo, contudo, mostrou-se confiante e, sem parecer despender maior esforço do que o primeiro, derrubou duas árvores. O povo vibrou. Esse era mais forte! Mas, o terceiro, sem se deixar abalar pelo que haviam realizado os dois primeiros, preparou-se e logo havia derrubado três árvores. Ovação geral. Gritos de aclamação. Torcida para um e para outro. Então, o juiz escolhido para aquela disputa, um homem cujos anos lhe haviam conferido sabedoria, pediu silêncio. Dirigiu-se até uma árvore ainda em pé e quebrou um pequeno ramo. Depois, postou-se bem no meio da praça e disse: Aquele que tomar deste ramo que tenho nas mãos e o conseguir colocar exatamente de volta ao seu local, de forma que ele continue a receber a seiva e floresça e frutifique, esse será o mais forte. E, ante o espanto geral, continuou: Destruir é muito fácil. Pode-se derrubar, em minutos, o que outros construíram, ao cabo de muita perseverança e labor ou o que a natureza levou anos para formar. Isso não significa ser forte. Forte mesmo é aquele que constrói onde esteja. Porque construir exige esforço, elaboração, dedicação. A semente para se tornar árvore deve vencer a cova escura onde é colocada, projetando-se para fora, ao mesmo tempo que necessita alongar as raízes, a fim de ter base firme. Após, necessita enfrentar os ventos, a chuva, o granizo, as alternâncias de temperatura, o sol causticante para espreguiçar-se e crescer, vestir-se de folhas e frutos. É um longo tempo. Mas, como viram, para destruir, bastou a força concentrada por alguns minutos. Quando o sábio concluiu a fala, um por um os habitantes da localidade foram se retirando, cada qual reflexionando sobre a lição recebida.
(Autor desconhecido).


Existem, no mundo, obras beneméritas, erguidas e sustentadas por devotadas criaturas, anônimas e perseverantes. Um grande número de homens e mulheres se entrega a fazer o bem, todos os dias. São construtores da era nova, do mundo do Terceiro Milênio. E nós, já nos decidimos a engrossar as fileiras dos construtores ou ainda nos detemos somente na crítica, que nada edifica e muito atrapalha? Pensemos nisso e nos decidamos.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Qual o segredo para receber a “bênção”?

Afinal, prosperidade é resultado das escolhas e do trabalho de cada um – prêmio pelo esforço e pelo empenho pessoal – ou é o resultado de uma relação metafísica, na qual, por algum critério divino, alguns são pré-selecionados para serem abençoados e outros destinados à dor ou ao fracasso?
Esta não é uma pergunta que se responda de maneira simples. Afinal, sendo verdadeira ou a primeira ou a segunda resposta, isto fará com que o indivíduo ou se dedique ardentemente ao trabalho, convertendo-se num workaholic e mandando um dispensável e anacrônico Deus às favas, ou a pessoa se devotará ao divino criador, convertendo-se num religioso contumaz, em busca de merecimentos aos olhos do Supremo Ser.
Já disseram que “Deus ajuda a quem cedo madruga” e se olharmos estatisticamente, Deus abençoou financeiramente mais quem trabalhou e/ou estudou mais. Estas asseverações, por meio de elegante ironia, mostra que a “bênção divina” está relacionada às nossas escolhas e atitudes.
Antes de tudo, importante é que definamos o que é “bênção”. O ser humano vive num mundo real e material e por isso entende a bênção como algo palpável, materializado, portanto, não raro, muitos se consideram abençoados (ou entendem que o outro é abençoado) quando o aspecto financeiro é notadamente próspero. Como somos matéria, entendemos que bênção é matéria. Portanto, é comum chamar uma pessoa financeiramente próspera de “abençoada”. Especialmente nestes tempos de apostasia da fé, em que “ter” tornou-se mais fundamental que “ser”, até líderes religiosos passaram a estimular fiéis a serem pessoas materialistas, hereticamente encarando a divindade como o Banco Mercantil Espiritual, no qual deposito hoje para sacar com juros amanhã. Assim, vida religiosa ocidental tem se convertido em um tipo de investimento financeiro, um seguro-futuro.
Contudo, bênção divina é o cuidado e a proteção de Deus sobre a vida de uma pessoa ou grupo. A bênção pode incluir a vida financeira de alguém, mas a bênção divina manifesta-se por meio das outras áreas da vida, como boa saúde, paz no lar, reconhecimento profissional, inteligência.
Bênção é não ficar doente para não sentir dores e não desperdiçar energia, tempo e dinheiro com remédios e tratamentos.
Bênção é receber flores do marido, com um bilhetinho escrito à mão “Eu ainda te amo!” vinte anos depois de ter descido do altar.
Bênção é o chefe, debaixo de sinceros e emocionados aplausos dos colegas de trabalho, entregar na confraternização de fim-de-ano um certificado de Profissional Modelo.
Bênção é conseguir entender a piada de primeira! Ser acordado com o beijo da mãe… Não poder fazer festa de aniversário mas, de surpresa, a casa ficar repleta de amigos carinhosos!
Bênção também pode ser um carro novo, um tênis da moda e um contra-cheque que comporta todos os sonhos… Mas isto não é tudo, pois tem pessoas que são tão pobres, mas tão pobres, que tudo o que elas têm é dinheiro…
Se analisarmos a bênção apenas como uma manifestação financeira de prosperidade, daí podemos dizer que quanto mais estudamos e quanto mais trabalhamos, mais abençoados seremos. Isto é uma verdade.
Quem trabalha mais e se esforça com afinco constrói bases sólidas sobre as quais erguem-se mais oportunidades e melhores salários. Portanto, digo: quer dinheiro? Trabalhe e estude!
Ao analisarmos a bênção como algo integral, que pode atingir não apenas o bolso mas o ser humano em sua totalidade, problematizamos a questão e ampliamos o foco de análise.
Neste contexto, bênção deixa de ser uma escolha pessoal (como trabalhar ou não), mas um dom vindo do céu para o homem.
A bênção não é democrática e neste ponto muitos desistem de Deus, por crerem serem eles mais merecedores das bênçãos que outros.
Alguns são mais inteligentes.
Algumas são mais bonitas.
Alguns são mais altos.
Algumas são mais bem-humoradas.
Alguns aprendem rapidamente seu trabalho.
Algumas não têm dificuldade em serem éticas…
Infelizmente não somos pessoas idênticas, não há democracia na distribuição de boas características pessoais e cada um tem de lutar com suas características negativas (que podemos chamar de pecado). Estas características boas e ruins formam um ser único, cheio de oportunidades únicas. Ainda assim, alguns serão mais bem dotados que outros e, nesse ponto, não há escolhas. Aqui dependemos da bênção divina.
Assim:
“Eu descobri mais outra coisa neste mundo: nem sempre são os corredores mais velozes que ganham as corridas; nem sempre são os soldados mais valentes que ganham as batalhas. Notei ainda que as pessoas mais sábias nem sempre têm o que comer e que as mais inteligentes nem sempre ficam ricas. Notei também que as pessoas mais capazes nem sempre alcançam altas posições. Tudo depende da sorte e da ocasião.”
Rei Salomão (em Eclesiastes 9:11)
Ainda que sejamos os mais bem preparados, mais inteligentes, mais corajosos, mais fortes ou mais bonitos, nem isto é garantia de sucesso.
Dependemos da bênção de Deus todo o tempo, pois “tudo depende da sorte (bênção) e da ocasião”!
Costumo dizer que existe o que chamo de “ambiente de bênção”, ou seja, quando nós damos para Deus as condições favoráveis para ele nos abençoar. Como criar este “ambiente da bênção”?:
  1. Nos afastando do mal (pecados: desonestidade, ira, vingança, arrogância…),
  2. Trabalhando, estudando e aperfeiçoando,
  3. Buscando conhecimento,
  4. Mantendo paz com todos,
  5. Lendo a Bíblia, onde há grandes tesouros ocultos que nos dá sabedoria para viver,
  6. Conversando com Deus: ore e conte para Deus o que você quer ou precisa e diga para Ele que você acredita que depende Dele (Se você crê que não precisa pedir nada, portanto, você não precisa da bênção divina e este texto não faz qualquer sentido para você. Neste caso, caminhe sozinho, sem buscar a bênção de Deus)

Portanto, no que de nós depender, façamos a nossa parte.
Nos compete nos prepararmos e trabalharmos.
Nos compete nos alimentarmos adequadamente e cuidar da nossa saúde.
Nos compete sermos honestos nos negócios.
Nos compete sermos amáveis com os pais, irmãos, filhos e amigos, ou seja: “No que depender de vocês, façam todo o possível para viver em paz com todas as pessoas” (Paulo, em Romanos 12:18).
Não se esqueça que a maioria dos nossos problemas são criados por nós mesmos. Evitar o pecado automaticamente atrai a bênção!
Assim criamos o “ambiente da bênção”, ou seja, as condições para que Deus nos guie e diante de nós abra (de forma misteriosa, mística e não compreensível) portas e caminhos de bênção.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Rede Social



Diante do crescimento das redes sociais, apresentamos a rede social, das vítimas dos maus políticos!!!

Chega de tanta hipocrisia né

A CULTURA DA VIOLÊNCIA NOS FAZ IDIOTAS


 A história do homem é por natureza, uma história de luta, guerra e, sobretudo de violência. Mesmo nos mais elevados níveis de civilização o culto a violência, através de competições sangrentas, mortes e sacrifícios sempre estiveram presentes. É, portanto inteiramente compreensível, que mesmo no século 21 o homem se divirta como conta a história há mais de 2000 mil anos atrás. Haja vista, que a diferença entre as lutas praticadas nos ringues e tatames, pouco diferem das arenas. Assim como as bizarrices, do teatro romano são lembradas hoje nas “videocassetadas”. As pessoas continuam rindo com uma pessoa caindo, com um velho perdendo a dentadura, uma senhora idosa mostrando as partes íntimas ou uma criança fazendo e por aí vai. Tudo isso pode ser visto em casa sentado em um confortável sofá por toda a família, como a coisa mais natural. O que essa gente, inocentemente, não imagina é o quanto isto pode afetar a nova geração. O gosto pelo bizarro, que vem crescendo a cada dia, pode ser aprimorado em programas de televisão. Cenas de violência e desrespeito humano recebem patrocínio até pelo elevado nível de audiência. Ninguém se importa se alguém é levado à exacerbação, pela insistência de um repórter caricato e inoportuno. Muitas pessoas adoram ver alguém perder as estribeiras. Sendo alguém do cenário nacional os jornais dão destaque como se fosse uma notícia séria. Na busca pela imitação desta medonha ópera, algumas crianças resolvem levar o programa a escola, com direito a platéia e a interação dos colegas. Depois, escolhem suas vítimas, geralmente, crianças mais tímidas, portadoras de algum trauma, na maioria das vezes, sem muita atenção dos pais. Hoje, as crianças vão mais cedo para escola. Algumas são, simplesmente, depositadas ali, por falta de vocação materna ou paterna. O filho foi um acidente de percurso. No outro lado vem aquela criança que a permissividade familiar cultua suas aventuras, mesmo as mais perversas. Mais ainda, se orgulham disso. É a criança esperta. Esta esperteza, de mentir, dar respostas afiadas e não respeitar os adultos que é confundida com inteligência. A tragédia numa Escola Municipal do Rio de Janeiro comoveu e revoltou o Brasil inteiro. Mas, perguntamos: o que aconteceu para um ser humano chegar a ser um Wellington Menezes de Oliveira? O rapaz tinha premeditado até a própria morte (inevitável) a ponto de escrever uma bula de seu sepultamento e todas as suas mágoas. É bom pensar nisso?

Como sempre, são os pobres que pagam a conta.


Por enquanto não é possível fazer muito, a não ser protestar e não permitir que isso passe despercebido. É preciso divulgar, debater, discutir, participar e apontar alternativas para um município melhor, onde todos possam ter oportunidades iguais, onde haja justiça social, combate a miséria e a pobreza, e onde o dinheiro não seja a moeda de troca, nem a confiança dos políticos na vitória. Que seja o resultado do trabalho.
Nossa resposta deve vir nas urnas, usando do nosso direito conquistado a duras penas. A nossa esperança é que a consciência dos bons Calçadenses, das pessoas que amam essa terra, vença a alienação e a cegueira de poucos, e que haja esperança num futuro acima de tudo para TODOS, e não para uns POUCOS.
Esperança, basta vir, é só chegar.
Estamos juntos.

A POLÍTICA E SUAS "VENALIDADES".

As pessoas geralmente não gostam de política porque se vêem ludibriadas. O grau de confiança nos políticos é mínimo. Confundir para tomar o poder e tomar o poder para confundir e continuar no poder. Esse parece ser o lema do corrupto que assalta a administração pública. Infelizmente a corrupção está presente em todas as instituições, sejam privadas ou públicas. Por isso é importante analisarmos qual a ênfase que é dada na imprensa, pois ela não raras vezes serve para sustentar gente inescrupulosa  no poder. Ou, também, para tentar tirar aqueles que não fazem o seu jogo, onde atores de toda e qualquer natureza sempre aparecem para enganar, lesar e trapacear, são os famosos calabares políticos.  Muito se fala da corrupção na administração pública. Mas e as empresas? Por acaso não são elas que “molham” as mãos dos agentes públicos? E quando essa empresa detém o poder da comunicação de massas? Que tipo de favores podem ser trocados com os politiqueiros? Isso é mais velho que andar para frente. É necessário que os Pedreirenses sejam cautelosos com tudo que vê ou escuta nas TVs e Radiofusão locais,e procurar avaliar bem a fonte da informação para não comprar gato por lebre. Prudência e canja de galinha não fazem mal a ninguém. Na política, a palavra "venal", sempre estará presente em todas as áreas  alimentando porcos sedentos por dinheiro e travestidos de políticos, fortalecendo-os como verdugos em suas próprias dores e sofrimentos.
Fonte: Professor Elcinho